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Home Pele Cremes que promovem micropeelings em casa são mais rápidos e econômicos

Cremes que promovem micropeelings em casa são mais rápidos e econômicos

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Com a proximidade do inverno, há um aumento na procura por tratamentos mais intensivos na pele. Como esta é a época do ano em que as pessoas ficam menos expostas ao sol, muitas aproveitam o momento para encarar sessões de peeling mais agressivos com o objetivo de enrijecer a pele flácida, eliminar manchas de sol, cicatrizes de acne, oleosidade ou rugas.

 

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"Apesar do verão ter seu atrativo, seu corpo fica mais exposto. No inverno, a pessoa tem mais vontade de se cuidar, até porque as temperaturas baixas e o uso de água quente nos banhos deixam a pele mais ressecada", acredita a dermatologista Ligia Kogos.

Para deixar a pele mais viçosa, lisa e sem marcas (como manchas de acne e sol), o peeling provoca uma descamação que pode ser superficial, média ou profunda, variando de acordo com o tipo de problema e a gravidade dele. O número de aplicações também é definido com base no diagnóstico feito pelo dermatologista, levando em conta ainda o tempo que você tem disponível para tratar a pele e ficar recluso, "fugindo" do sol.

No entanto, são poucas as pessoas que tem tempo para fazer peelings intensivos. Além disso, outro fator que desestimula a maioria é o preço. Uma sessão do superficial custa no mínimo R$ 150. E para obter algum efeito, geralmente é preciso fazer pelo menos três sessões.

A saída é procurar um tratamento menos caro e mais rápido. "Uma alternativa é o peeling 'microscópico', que pode ser feito em casa pelo próprio paciente. O tratamento provoca uma descamação mínima e promove um efeito refinador na pele, além de sair mais barato", sugere Ligia.

Fique atenta

É importante ressaltar que o "micropeeling", mesmo sendo feito domesticamente, precisa ser orientado por um dermatologista. Os cremes utilizados são compostos por ácidos (como o retinóico e o glicólico) que, se não forem dosados de maneira adequada ao seu tipo de pele, podem causar o efeito contrário e provocar irritação, alergia e manchas no rosto.

Os produtos utilizados neste tipo de tratamento geralmente não são vendidos em farmácias comuns - precisam ser prescritos por especialistas. Por não serem aplicados em uma clínica de estética, os cremes contêm uma baixa dosagem de ácidos. "Geralmente recomendamos ao paciente um micropeeling para preparar a pele antes de promover uma descamação mais intensa", explica a dermatologista Carla Vidal.

Por conta disso, o tratamento doméstico demora mais para causar o efeito de um peeling tradicional. "Não dá para conseguir o mesmo benefício em um intervalo de tempo igual. O micro tem ação renovadora, melhora a textura e a cor da pele, mas é limitado: dura menos", ressalta a dermatologista Ana Lúcia Recio.

De acordo com a médica, o efeito do micropeeling, realizado em casa, dura no máximo 15 dias, enquanto o benefício de um tratamento realizado em clínicas pode ser prolongado em até três meses. Mas por conter uma concentração menor dos ácidos, os cremes utilizados domesticamente podem ser utilizados com mais freqüência e exigem menos tempo para serem aplicados. "O tratamento em clínica é como um turbo: faz o procedimento andar mais rápido. Mas a economia e praticidade do micropeeling faz valer a pena", afirma Carla.

Como funciona

É recomendável que os cremes sejam aplicados durante a noite, para que eles possam atuar sem interferência da luz solar. O procedimento inclui a limpeza da pele com sabonete (a base de ácido salicílico, de preferência), adstringente e depois a aplicação do creme recomendado pelo dermatologista para causar o efeito do peeling. No dia seguinte, é essencial o uso de filtro solar para evitar manchas e queimaduras, já que a pele está passando por uma descamação e está mais frágil.

De acordo com a dra. Carla, quem tem a pele mais clara e sensível costuma fazer o tratamento até três vezes por semana. Já quem tem uma pele diagnosticada como mais resistente, pode fazer todos os dias. "É bom lembrar que a aplicação não pode ser feita na região próxima aos olhos nem no pescoço, porque a pele é mais fina e pode ficar irritada", alerta.

Fonte: UOL

 

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